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Pais e Filhos em Shakespeare
  • “Minha inépcia fará luzir vossa arte, como a noite a uma estrela fulgente”
    “Minha inépcia fará luzir vossa arte, como a noite a uma estrela fulgente”
  • “Por infelicidade se realizam os efeitos anunciados: sentimentos contra as leis da natureza entre pais e filhos”
    “Por infelicidade se realizam os efeitos anunciados: sentimentos contra as leis da natureza entre pais e filhos”
  • “Morrer... dormir... dormir... Talvez sonhar...”
    “Morrer... dormir... dormir... Talvez sonhar...”
  • “Senhor, olhai para o meu lado, e as mãos estendei sobre mim, para abençoar-me.”
    “Senhor, olhai para o meu lado, e as mãos estendei sobre mim, para abençoar-me.”
  • “Eis a questão”
    “Eis a questão”
  • “O resto é silêncio.”
    “O resto é silêncio.”

Pais e Filhos em Shakespeare

A luz do teatro se apaga, soa o terceiro toque, abre-se a cortina. A luz da vida se acende, ouve-se o choro anunciador, seu pai lhe abraça. No cruzamento entre a arte e a realidade a relação entre pais e filhos muitas vezes é regida pelo empunhar da espada, pelo o derramamento de lágrimas e pelos extremos das emoções.

Em Shakespeare, Hamlet, o jovem príncipe da Dinamarca, descobre pelo fantasma de seu pai que este foi assassinado por seu tio. Vingá-lo passa a ocupar seu coração. Já o rei da Bretanha, Lear, tinha três filhas. Sua preferida, Cordélia era, de todas, a que verdadeiramente o amava. Porém, ele só veio perceber isso em seu leito de morte. Mesmo assim, recebeu dela o seu perdão.

“Explica a grande fúria do mundo” indaga o poeta ao dramaturgo nesse encontro de obras e sentimentos. Com suas histórias, o dramaturgo nos responde que “há mais mistérios do que julga nossa vã filosofia”.

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Alexandro Mota

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Luana Ribeiro

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