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No reino das pimentas
  • Vende-se pimenta!
    Vende-se pimenta!
  • Caminhos apimentados
    Caminhos apimentados
  • Catando, contando, criando pimentas!
    Catando, contando, criando pimentas!
  • Fronteira entre prazer e dor
    Fronteira entre prazer e dor
  • Teu sabor me dá arrepios
    Teu sabor me dá arrepios
  • Teu cheiro me faz delirar
    Teu cheiro me faz delirar

No reino das pimentas

Apimentar-se é a premissa do bom baiano! Uma relação simbiótica. O que seria do baiano sem a pimenta? O que seria da pimenta sem o baiano? A pimenta alimenta a lenda do fogo baiano, da alegria soteropolitana, da particularidade do tabuleiro da baiana; o baiano dá vida à pimenta, dá espaço a ela, contrasta suas cores nos seus mais variados pratos, o baiano não coloca pimenta na comida, ele coloca comida na pimenta.

A pimenta dá sabor à comida, dá vida à feira livre, dá cor na decoração, dá sede quando não se está acostumado, provoca risadas quando existe um vitimado, dá saudade, dá vontade, dá sorte, provoca medo, mas também inspira coragem. Seja ela de cheiro, do reino, malagueta, calabresa, aroeira, seja um molho caseiro, um molho pronto, seja colorida, seja bicolor, seja uma criança mal criada, seja um amuleto, seja um pé no fundo do quintal, seja mais um vasinho na sala, seja um pingente, mas são sempre pimentas.

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Flávia Rosa

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Marcelo Araujo

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