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Leitura e Solidão
  • Imaginando uma realidade distante
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  • Mundo portátil
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  • Fim
    Fim
  • Enlace na Tessitura
    Enlace na Tessitura
  • Um Ponto de Dispersão
    Um Ponto de Dispersão
  • Entre Linhas
    Entre Linhas

Leitura e Solidão

O livro é um objeto que força o leitor a recolher-se, especialmente quando fascinado pela leitura. Por esse motivo, o autor argentino Júlio Cortázar escreveu um conto com o título “A Continuidade dos Parques”, em que mostra essa relação de leitura crescendo com o interesse e construindo um ato solitário.

A existência de algo apaixonante na percepção sensorial desse objeto é o que o mantém “vivo” em face dos textos eletrônicos. Ele se apresenta como mais um elemento significativo da continuidade de busca do leitor, em meio a uma sociedade dinâmica, movimentada, no reconhecimento de sua própria solidão.

Em uma poesia de Carlos Drummond de Andrade, intitulada “Infância”, a relação com o livro o coloca em uma condição de distanciamento, ao tempo em que o permite reconhecer a solidão compartilhada entre os membros de sua família.

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Kleber Monteiro

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Ítalo Cerqueira

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