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Explorando o lirismo infantil de Cecília Meireles
  • “O braço é o barco. O barco é o berço”
    “O braço é o barco. O barco é o berço”
  • “No claro jardim a menina chora pela borboleta que foi se embora.”
    “No claro jardim a menina chora pela borboleta que foi se embora.”
  • “... a alegria de sentir livres seus movimentos.”
    “... a alegria de sentir livres seus movimentos.”
  • “Há uma procissão que passa... Só com preces de pelúcia”
    “Há uma procissão que passa... Só com preces de pelúcia”
  • “O rumo é que leva o remo. O remo é que leva a rima”
    “O rumo é que leva o remo. O remo é que leva a rima”
  • “Esta menina tão pequenina quer ser bailarina”
    “Esta menina tão pequenina quer ser bailarina”

Explorando o lirismo infantil de Cecília Meireles

Cecília Meireles nunca se afastou de seu universo infantil, de sua infância e das sensações que permeiam a vida de criança. Sonhos, sabores, cheiros, gestos, enfim aquele modo diferente de percepção típica das crianças Cecília Meireles levou consigo para a idade adulta. O subjetivismo, o onírico e todo o lirismo que ela guardou deixaram sobreviver na autora a criança que fora um dia. A Cecília criança esteve presente durante a vida da autora traçando o rumo de sua obra e fazendo com que seus leitores revivessem seu próprio universo infantil já esquecido.

Uma Cecília que caça o tesouro mais precioso de cada um de nós, nossos meninos e meninas guardados nos baús das lembranças. Reviver sensações e formas de perceber o mundo despojadas de seriedade e cheias de lirismo, mostrar esses momentos através de coisas e objetos típicos da infância como as cores e decifra-los através de versos de sua poesia sem pretensão ao objetivismo e sim à subjetividade mais doce que se possa existir.

Sara Simas

Sara Simas

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