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Descaminhos
  • É a certeza, testemunhada pelo sol, de que nem mesmo os mesmos sonhos podem ser iguais!
    É a certeza, testemunhada pelo sol, de que nem mesmo os mesmos sonhos podem ser iguais!
  • É um salto que parece sonho...
    É um salto que parece sonho...
  • É o arrojo de quem acredita no sonho...
    É o arrojo de quem acredita no sonho...
  • É a dança sincronizada de quem sonha acordado...
    É a dança sincronizada de quem sonha acordado...
  • É o contentamento partilhado de quem um sonho vive!
    É o contentamento partilhado de quem um sonho vive!
  • É um sonho disfarçado de salto!
    É um sonho disfarçado de salto!

Descaminhos

Entre o começo e o fim, o caminho!
No caminho, as escolhas.
Nas escolhas, às vezes, a falsa impressão de que somos capazes de controlar o nosso destino.
Não somos, sabiam?
E não seríamos, mesmo que quiséssemos.

É por isso que, saindo de um mesmo ponto, passando por uma mesma estrada, não se chega, necessariamente, ao mesmo lugar!

É por isso que, tendo uma mesma meta e uma estratégia comum, impressionantemente, não se conquista do mesmo modo o objetivo traçado!

É por isso que não adianta tentar repetir por igual o que, simplesmente, será diferente, por ser singular, em sua novidade essencial!

Afinal de contas, como disse o poeta, no indo e vindo infinito da vida, tudo que se vê não é igual ao que a gente viu um segundo atrás…

No mundo, tudo muda o tempo todo…

Inclusive os sonhos iguais que repetimos de um modo incrivelmente diferente, todos os dias, nos nossos descaminhos!

Alexandre Wanderley
Alexandre Wanderley

Thaíse Reis
Thaíse Reis

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