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O silêncio na vida cotidiana
  • Silenciar para ouvir
    Silenciar para ouvir
  • Quando o silêncio é a melhor resposta
    Quando o silêncio é a melhor resposta
  • Quando as palavras não dizem nada
    Quando as palavras não dizem nada
  • Silenciar-se é concentrar-se
    Silenciar-se é concentrar-se
  • Quanto menor o barulho, melhor a apreciação
    Quanto menor o barulho, melhor a apreciação
  • Entre todos os diálogos, o mais silencioso
    Entre todos os diálogos, o mais silencioso

O silêncio na vida cotidiana

A eletrizante sociedade em que nos encontramos vivencia, fundamentalmente, momentos de barulho e de falta de bom senso. O silêncio é essencial para combater esse incômodo, que tanto perturba os homens e mulheres pensantes e criativos. Silenciar-se, em alguns momentos, é ir ao encontro da inspiração necessária para agir diariamente.

Silenciar é necessário, dentre outras coisas, para ler e compreender textos, para apreciar boas músicas, para refletir, para expressar sentimentos profundos e indizíveis, para construir uma relação harmoniosa entre os pensamentos e as palavras, para sentir e ouvir a natureza, para se autoconhecer. Se é verdade que a inteligência de um ser humano é inversamente proporcional à sua capacidade de suportar barulho, como dizia o filósofo Arthur Schopenhauer, então é possível dizer que vivemos em uma época de barbárie.

Nesse ensaio, procuramos evidenciar momentos em que o silêncio é plausível. Fotografias de passagens da nossa vida servem, nesse caso, para nos mostrar como em muitos momentos o silêncio pode ajudar nas atividades, sejam elas profissionais, religiosas, cotidianas ou relacionais.

Guilherme Vasconcelos

Victor Soares

2008.2

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