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Lançando novos olhares sobre os trabalhadores invisíveis
  • Adriano Souza, 17: ‘Vou fazer vestibular ano que vem, mas ainda não sei pra quê. ’
    Adriano Souza, 17: ‘Vou fazer vestibular ano que vem, mas ainda não sei pra quê. ’
  • Cleber Silva, 22: ‘Terminei o namoro ontem, não to afim de muita conversa não! ’
    Cleber Silva, 22: ‘Terminei o namoro ontem, não to afim de muita conversa não! ’
  • Gilmar de Oliveira, 24: ‘ Mês que vem meu filhão tá chegando aí... ’
    Gilmar de Oliveira, 24: ‘ Mês que vem meu filhão tá chegando aí... ’
  • Fabiano de Jesus, 21: ‘Meu sonho é pilotar uma carretona daquelas, assim sabe?!”
    Fabiano de Jesus, 21: ‘Meu sonho é pilotar uma carretona daquelas, assim sabe?!”
  • Cleberaldo Santos: ‘meu nome é a mistura do nome do meu pai, Clebersom, com o de meu avô, Ronaldo. É mole?! ’
    Cleberaldo Santos: ‘meu nome é a mistura do nome do meu pai, Clebersom, com o de meu avô, Ronaldo. É mole?! ’
  • João Batista: ‘meus sonhos são o que me resta, e não é pouco não! ’
    João Batista: ‘meus sonhos são o que me resta, e não é pouco não! ’

Lançando novos olhares sobre os trabalhadores invisíveis

Neste ensaio fotográfico lançaremos nossos olhares para os trabalhadores invisíveis. Trabalhadores com os quais nos deparamos diariamente e vemos, mas que, muitas vezes, não enxergamos. Indispensáveis para o funcionamento cotidiano da sociedade, eles são cidadãos desconhecidos, anônimos, cuja importância é diariamente menosprezada. São como formiguinhas trabalhando para sustentar uma estrutura social maior da qual, muitas vezes, nem tomam conhecimento. Partindo do pressuposto que enxergar é muito mais do que uma questão de ver simplesmente, mas, sobretudo, é uma questão de sensibilidade, o foco deste trabalho é o resgate do trabalhador enquanto um bem social humanizado, cidadão pleno dotado de desejos, angústias, sonhos e aflições.Sentimentos cuja existência se encontra escondida e oculta por baixo e, principalmente, dentro de cada um dos seus uniformes de trabalho. Enfim, um sujeito cuja condição humana nunca deve ser esquecida, mas, sim, deve ser enxergada (e não apenas vista) por um NOVO OLHAR.

Rodrigo Wanderley

Paulo Pereira

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