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Bom é quando faz mal

Hábitos como fumar, beber e utilizar alucinógenos são velhos conhecidos do homem. Atualmente eles possuem uma singularidade: grande parte das pessoas conhecem os seus efeitos. O homem hoje vive um interessante contexto no qual possui informações sobre os efeitos danosos dos seu hábitos “perigosos” e cabe a ele adotá-los ou não. E assim, recai sobre o indivíduo comum o peso de seus atos.

O que não se pode negar é o apelo, o desejo e toda a satisfação sentidos ao se empaturrar com hambúrgueres, por exemplo. O fato é que existe esta atração, inerente talvez, que o ser humano tem por hábitos viciosos, destrutivos e, na mesma proporção, deliciosamente prazerosos. Seja a junk food, o cigarro barato, a cultura de massa, ou a bebida vagabunda, tudo isso é tão repulsivo quanto atraente.

Nosso trabalho tenta captar a relação quase dicotômica entre os prazeres e riscos causados por alguns destes hábitos. Registramos toda a relação de cores e formas que que encanta e repugna. Mostramos estes hábitos em sua plenitude de força, sensualidade, curiosidade, magnitude e extasiamento. Se quiser, é só provar um pouco do que oferecemos. De preferência, enquanto conseguir fazê-lo.

Camila Fialho

Vítor Nery

2008.2

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