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Tempo, Tempo, Mano Velho
  • Nem adianta, o tempo não pára...
    Nem adianta, o tempo não pára...
  • Horas Pacíficas, um oceano de segundos
    Horas Pacíficas, um oceano de segundos
  • Girando as horas
    Girando as horas

Tempo, Tempo, Mano Velho

O tempo não comprou passagem de volta. Seja no interminável tic-tac dos relógios ou no derramar da areia na ampulheta; o homem continuamente se dá conta da impossibilidade de congelar as horas. Incapaz de contê-las, cada indivíduo precisa descobrir o incalculável valor do “hoje” e do “agora” para amenizar sua condição de eterna presa dos segundos.

A angústia pelo tempo que não volta; o arrependimento por não ter aproveitado devidamente determinada oportunidade; o medo de perder o prazo de uma dada entrega; a felicidade de um reencontro após uma longa espera. E nada melhor do que retratar o passar das horas através de uma das mais eficazes armas que o ser humano dispõe contra a impermanência das coisas: a própria fotografia.

Fernando

Fernando Duarte

Sylvio

Sylvio Quadros

2007.1

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