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Dança nas suas mais variadas formas: do literal ao peculiar
  • “Se ela dança, eu danço”.
    “Se ela dança, eu danço”.
  • “Escada da Poli: dança nossa de cada dia. Já dançou hoje?”
    “Escada da Poli: dança nossa de cada dia. Já dançou hoje?”
  • “Na dança da necessidade, o samba do rapa toca todo o dia”
    “Na dança da necessidade, o samba do rapa toca todo o dia”
  • O clássico
    O clássico
  • “Uma bola na área e uma ginga no pé”
    “Uma bola na área e uma ginga no pé”

Dança nas suas mais variadas formas: do literal ao peculiar

Danço eu, dança você: dança todo o mundo. Dança é uma das mais belas formas de expressão. Vivemos e convivemos com ela em muitos momentos. Na aula de balé, aprende-se a ter equilíbrio para a vida. Na vida, às vezes se aprende a equilibrar para não dançar. E assim vivemos em constante harmonia.

Uma bailarina é a mais representativa expressão da dança, para olhos tão acostumados a vê-la como real representante do baile corporal: afinal, é clássico. Uns mais liberais vão também considerar a funkeira como um arranjo genérico da expressão erudita, em dose bem popular.

Para olhos não curiosos a ver a diversidade do samba lelê do cotidiano do estudante sem opção e do brasileiro desesperado, vai o ensaio “dança nas suas mais variadas formas: do literal ao peculiar”.

No país do futebol também não poderia faltar a tradicional ginga, a dança esportiva que se faz com uma bola no pé.

Este ensaio, como se pode perceber, não vai ser uníssono em se tratar de dança. Pretende-se tratar dela propriamente dita com aspectos do dia-a-dia de muitos, ainda que não abrangendo a todos.

Wilson Fernando

2007.2

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