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A crença no inexplicável: as superstições
  • Desvira a sandália pra mãe não morrer!
    Desvira a sandália pra mãe não morrer!
  • As sete ondas da sorte.
    As sete ondas da sorte.
  • Quando o 13 cai na 6ª, é melhor se benzer!
    Quando o 13 cai na 6ª, é melhor se benzer!
  • ISOLA!!
    ISOLA!!
  • A cada nó um pedido...
    A cada nó um pedido...
  • Maltrata o Santo que ele te casa.
    Maltrata o Santo que ele te casa.

A crença no inexplicável: as superstições

Atitudes de espírito ou práticas mágico-religiosas baseadas na crença de que certos atos, palavras, números ou objetos trazem felicidade ou azar, as superstições participam da própria essência intelectual do homem e existe desde sempre, em todo o mundo. As mudanças no estilo de vida, o domínio da máquina, toda a industrialização e tecnologia não apagaram a presença inevitável dessas crenças, algumas até se adaptando às necessidades modernas.

Subordinados à mecânica do hábito, realizamos superstições sem nem percebermos; algumas se tornam instintivas. Seriam elas reais, de eficácia comprovada ou simples presságios infundados que tiramos de acidentes ou circunstâncias meramente fortuitos?

À primeira vista elas não fazem sentido. O que justifica que eu vá ter sorte se pular sete ondas na virada do ano? Ou que eu tenha azar se levantar da cama com o pé esquerdo num dia importante? Como, então, explicar essa crença no inexplicável?

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Fernanda Caldas


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José Antonio de Carvalho


2006.1

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